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Vidigal, Porta 6 (various vintages) Lisboa

Written by:  Richard Hemming MW JancisRobinson.com  – 29 Mar 2019

Prices for several vintages of this Portuguese wine of the week are presented below.

2015 from 225 Ukranian hryvnia, €7.95, £16.99 (magnum), NZ$21.95 2016 from HK$85, 85 Polish złoty (three-litre bag-in-box) 2017 from €3.95, £9.29, 13.50 Swiss francs, 2,160 Icelandic kronur, 129 Norwegian kroner
Unspecified vintage from CA$13.99, 45.99 Brazilian real

Find (all vintages of) this wine here

In the week that my vinous alma mater, the UK’s leading chain of specialist wine stores Majestic Wine, announced its imminent sell-off (https://www.jancisrobinson.com/articles/a-naked-wedding), there was only one option for my wine of the week. It is one of their top-selling reds, and deservedly so – a brilliantly crowd-pleasing Portuguese blend with a memorable label that represents excellent value for money, both in Britain and around the world (note all those currencies above).

In recent years, many people (myself included (see link)have expressed dismay at the direction that Majestic has been taking, especially regarding its selection of wine, which has become increasingly reliant on own-brand labels. Over the past ten years, their retail model has changed significantly from the one I knew. This was doubtless necessary in an evolving (and challenging) British wine market, but none of those strategies seems to have done enough to save Majestic. Consequently, their recently announced plans are to sell some stores, rebrand others and redirect funds to the group’s Naked Wines operation.
So one afternoon this week, I stopped in at one of the oldest branches of Majestic, at Vauxhall in south-west London, where I worked many a shift in the past, to buy a wine that is the star of their range – and to remember everything that we once celebrated about this retailer.

Made by Vidigal (http://www.vidigalwines.com/portal/eng/company/), whose motto is ‘the best possible wine at the lowest possible price’, Porta 6 is a blend of 50% Tinta Roriz, 40% Castelão and 10% Touriga Nacional from the massive Vinho Regional Lisboa area. There is nothing especially remarkable about that, so the explanation of the quality in the bottle must be down to prudent grape sourcing and canny winemaking.

The quality on the palate really is impressive. I purchased a bottle of the 2017 vintage and a magnum of the 2015 vintage, at £9.29 and £16.99 respectively, and I’m tasting them as I write this. In both cases, there is a clarity and ripeness to the fruit on the palate that delivers sheer, pure deliciousness. The 2017 is more vivid and expressive, while the 2015 still has enjoyable exuberance – although in both cases, the aromatic impact on the nose is rather understated.
However, the acidity and tannins are incredibly fine-tuned, giving mouth-watering crispness and a well-judged floury grip to the structure. They remind me of the best Côtes du Rhône – bursting with ripe red fruit but savoury to finish, with a liquorice note, sweet spices and a touch of menthol.
It is exactly the kind of wine that made Majestic such a great place to shop – and to work. So, while British drinkers still can, I strongly recommend stocking up on Porta 6, especially because the cost is £8.28 and £14.99 when six or more bottles are purchased from Majestic. For me, the 2017 would be the one to go for, but the strength of the 2015 today (and when I tasted it two years ago (see link)  makes me confident in recommending any vintage. Around the world, several different vintages of Porta 6 are currently on the market, packaged in a variety of formats, from half-bottles to three-liter bag-in-box. They are available widely across the Eurozone, with decent distribution in Canada, the Nordic countries and Brazil, but it is not currently available in the US, it seems.
Whether you have a sentimental attachment to Majestic or not, this wine stands as a brilliant buy.

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UD LEIRIA FEATURING PORTA 6

Esta tarde, a UD Leiria – Futebol, SAD acordou um novo parceiro para a época 2018/2019, é com muito prazer e orgulho que anunciamos a Vidigal Wines.

Serão um dos patrocinadores do equipamento oficial da UD Leiria através de uma das suas marcas de vinho, a Porta 6.

Rodrigo D’Ávila, representante da Vidigal Wines juntamente com o presidente da SAD, Alexander Tolstikov, assinaram os papéis da parceria esta tarde na sede da UD Leiria – Futebol, SAD.

Fonte: https://uniaodeleiriasad.pt

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Instagram: https://www.instagram.com/uniaodeleiria/

ISO 9001 – ISO 22000 – Bureau Veritas Certification

Our winery is proudly certificated by Bureau Veritas Certification with the ISO 9001 and ISO 22000 norms

Política de Qualidade e Segurança Alimentar
DA 03.4 – 08/02/2017

A Vidigal Wines definiu intransigentemente o seu modelo de atuação centrado no cliente… Impeliu-nos, desde o início para um movimento inverso à maioria das empresas do sector que, com as raízes na tradição agrícola, parte da terra, da vinha, da produção, do produto…”de trás para a frente!”  Nós começámos “da frente para trás”, numa trajetória adaptativa que vem do mercado para a vinha, do consumidor para a produção, numa tentativa contínua de adaptar a viticultura, a vinicultura, o vinho e a estética aos mercados a que se destina.

Tal abordagem significa desde logo lutar contra preconceitos bem enraizados que consideram “bom” tudo aquilo que vem da terra e mau tudo o que vem da sociedade…afinal J.J. Rousseau não viveu em vão! Desta atitude romântica se deduziria, que quem, como a Vidigal Wines, ouve as pessoas no intento de adaptar o produto aos seus gostos, estaria a “prostituir” o que “de genuíno” a terra nos dá. Este pressuposto ou preconceito é para nós um alvo a abater.

Esta “trajetória inversa” coloca o cliente no centro convergente de todas as atenções, agindo como uma força de atração para a qual convergem os esforços coordenados e “contorcionistas” dos nossos recursos humanos e dos nossos fornecedores. É uma posição exigente que nos desloca a todos das nossas zonas de conforto colocando desafios por vezes imprevisíveis de mercados cada vez mais exigentes e caprichosos; exige muita flexibilidade, inovação, criatividade e respeito pelas diferenças importadas dos diferentes mercados e dos subgrupos de consumidores para os quais nos propomos exportar.

Temos uma ideia clara do que queremos e do que podemos fazer com os recursos naturais de que (responsavelmente) dispomos, mas (re) conhecemos humildemente a competência do consumidor, bem como estamos cientes da modesta influência  que nele podemos ter a ambição de exercer. “Frustração” é um bom enquadramento da posição que ocupamos entre o que queremos e podemos e aquilo que o consumidor quer ou julga querer. A qualidade do produto que oferecemos é o compromisso equilibrado, ambicioso e algo resignado destas forças atuantes.

A exportação foi o nosso berço e é a nossa razão de ser – parafraseando um cliché filosófico: “Exporto, logo existo”!

Depois da ênfase na exportação, a direção tomou a decisão de se virar mais “para dentro” e para o mercado Nacional, como consta dos objetivos (e da sua justificação) para 2017. O mercado Nacional vai, pela sua proximidade e exigência de entrega imediata após encomenda, obrigar a inserir nas nossas rotinas uma capacidade de resposta quase instantânea (a que a exportação não obriga) bem como ao rigor na manutenção de stocks mínimos dos produtos que oferecemos no mercado Nacional. É uma nova “linha de prontidão” que atravessará a empresa desde a enologia até ao engarrafamento, passando pelos rótulos,  gestão das colheitas e estágio de garrafas em certos produtos… todas qualificações bem-vindas.

Toda a organização enfrenta desde logo a diversidade dos imperativos e as exigências dos mercados com uma adaptação enérgica e permanente para satisfazer atempadamente, e sem prejuízo da qualidade, as expectativas dos clientes e tentar superá-las fornecendo-lhes “o melhor vinho possível ao mais baixo preço possível” (não excluindo deste aforismo os vinhos premium)  com o uso das melhores práticas enológicas e ambientais, o estrito cumprimento da legislação aplicável, da máxima eficiência e da otimização racional, de um controlo de qualidade focado na garantia do fornecimento de produtos seguros para o cliente, que mantendo a força na exportação se vira agora mais intencionalmente para o mercado Nacional.

A Vidigal Wines está empenhada numa cultura de responsabilidade social para com os seus recursos humanos que não discrimina a Pessoa pela sua condição e pelas suas convicções  e, de igual modo, que se concretiza na gestão dos recursos humanos sem exploração do trabalho.

As ambiciosas metas definidas colocam pressão sobre o capital humano, a sua formação contínua, a comunicação, a interação, o nível de cultura geral, o bom ambiente de trabalho, a boa vontade, a vontade de fazer bem à primeira vez, a qualidade das relações pessoais, o  cuidado que cada um tem consigo mesmo e com o outro, a integridade de cada um, a saúde da organização, a educação, a dedicação e o empenho na tarefa confiada, bem como a postura ética de todo o corpo laboral consciente de que participa na constituição de um organismo independente de cada pessoa que o compõe.

A Vidigal Wines tem o compromisso de responsabilidade ambiental, suportada na aplicação de práticas capazes de minimizar o impacto ambiental da atividade tanto no local como na região, através da conservação de recursos e eficiência, da gestão dos resíduos e da implementação do sistema de Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar.

Existe uma constante preocupação na conservação de recursos e na gestão dos resíduos sólidos, encontrando-se a decorrer uma reciclagem de todos os materiais de acondicionamento do vinho, uma captação de águas e um controlo de emissão de gases, bem como várias parcerias com empresas e entidades de modo a preservar o ambiente.

A Vidigal Wines é uma organização sustentável, com uma estratégia empresarial estabelecida a médio e a longo prazo, capaz de proporcionar desenvolvimento profissional aos colaboradores e rentabilidade aos seus investidores.

A administração da Vidigal Wines está profundamente empenhada e comprometida na criação e desenvolvimento de uma Política de Qualidade e Segurança Alimentar dentro da empresa, assente nos seguintes pilares:

  • Produzir de acordo com os mais elevados padrões de Qualidade e Segurança Alimentar, assim como com o cumprimento estrito de todos os requisitos legais;
  • Garantir a segurança alimentar dos seus produtos através da implementação e melhoria contínua do sistema HACCP;
  • Proporcionar instalações e um ambiente de trabalho de acordo com os pré-requisitos de Higiene e Segurança Alimentar, as características dos produtos e a capacidade de produção;
  • Escutar, compreender e atender a todas as necessidades e expectativas dos nossos clientes; apostando na diversificação e imagem dos produtos e embalagens.
  • Satisfazer as necessidades dos clientes, funcionando de acordo com o sistema de gestão da Qualidade e Segurança Alimentar implementado e a legislação em vigor, tentando responder rápida e eficazmente às suas solicitações;
  • Comunicar e divulgar à nossa equipa os nossos compromissos de Qualidade e Segurança Alimentar
  • Formar e informar os seus colaboradores, de modo a promover a sua constante actualização e aperfeiçoamento;
  • Estabelecer e manter um Sistema de Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar adequado, rigoroso e actual, em alinhamento com os requisitos da ISO 9001:2015, da ISO 22000:2005, e da IFS dentro do qual se definem as organizações, os sistemas, os processos e os recursos que nos permitem cumprir com os compromissos acima.

A Administração da Vidigal Wines,  compromete-se a não poupar esforços nem recursos para satisfazer clientes e empregados. O nosso compromisso prende-se com a mais elevada Qualidade e Segurança Alimentar, a incessante busca pela perfeição e pela excelência nos nossos produtos, nos nossos processos e na nossa equipa.

O Director

http://www.bureauveritas.com

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Portal Vivendo a Vida

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No começo do mês passado, um vinho tinto português pouco conhecido, vendido no varejo, foi recomendado pela Master of Wine Susie Barrie no popular BBC Saturday Kitchen. Após a recomendação, o vinho foi totalmente vendido em poucas horas, provocando inclusive que o site ficasse fora do ar devido à grande quantidade de pedidos.

Barrie disse que o “Porta 6″, safra 2012, um blend das uvas portuguesas Tinta Roriz, Castelão e Touriga Nacional, da Vidigal Wines, próxima a Lisboa, harmonizaria brilhantemente com um prato de cordeiro grelhado. O apresentador do programa, James Martin, concordou classificando-o como um dos melhores vinhos tintos que provou nos últimos 10 anos que trabalha no programa.

Ele acrescentou que comprou 3 caixas pela internet e que a Majestic foi inundada com pedidos, provocando queda do site às 11h00 por problemas de tráfego.

Majestic informou que recebeu mais de 1.000 pedidos para o vinho até o meio-dia, “hora de maior movimento na história de seu site”, e que tinha vendido completamente o estoque 3 horas após o término do programa. Além disso, foram reservadas 30.000 garrafas do Porta 6 durante o final de semana…

Ver matéria completa em: Vivendo a Vida

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